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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Mês de junho repleto

Ainda estou viva.
Não sucumbi ao trabalho, nem aos casamentos, mas ando lá perto.
Entre o Santo António, a minha família cá em casa (meu sobrinho incluído), as idas ao norte a trabalho, o Rock in Rio, três casamentos em 8 dias, uma mini reunião de erasmus e muito, muito trabalho, não me tem sequer sobrado tempo para treinar.
Mas, aqui vem novidade:

(rufar de tambores)

Vou deixar o ginásio!

Segunda novidade:

Experimentei crossfit e vou-me mudar!

Passei 2 anos a olhar prá box da janela do quarto, sem ter coragem de lá ir pedir para experimentar. Esta coisa de ser tímida quando não conheço lixa-me a vida, às vezes. Bastou o meu cunhado vir cá e querer treinar paralá ir com ele mostrar onde era e ele pimbas! inscreveu-me num treino, sem me pedir opinião. Depois disso já fui a mais dois, porque logo no primeiro dia troquei contacto com uma rapariga e tenho combinado com ela (e assim já tenho alguém conhecido ufa!)

Vou deixar umas imagens desta azáfama.
Quem segue o instagram pode fechar neste momento este post.



Terça 12 - Santo António (atenção que trabalhei no dia 13) e família em casa durante uma semana.



Quinta 21 e Sexta 22 - A rapariga que me ajudou a erguer o meu rabo... e com quem tenho combinado ir treinar.




Sexta feira 22 - inserido num arraial lisboeta - mais original era difícil. Ainda fomos depois dar mais um pézinho de dança ao Rive Rouge.




Sábado 23 - onde miraculosamente e sem saber como o ramo me caiu nas mãos. Dancei até de manhã. Cheguei a casa às 7h.



Um presente chegado pelo correio, de um amigo de há muitos anos e com quem não falava há muito. Mereceu destaque no meu cantinho.



Sexta 29 - Rock in Rio com os meus amigos de erasmus. Gostei de The Killers, amei The Chemical Brothers. Dancei quase até os pés me caírem.



Sábado 30 - Casamento dançado até acabar a música... Eram 6.30h quando me deitei.
Domingo trabalhei até à meia noite.
E ontem também. 
E hoje também.
Damn.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Uma semana (e pouco) na minha vida corrida

Sábado 26
Brunch com a Ana no Zénith Lisboa
Jantar com amigas
Ir para casa e voltar a sair para ir ter com outros amigos
Beber mais um copo no cais
Estar na fila do Lux, meia hora, e desistir porque já eram 5h da manhã...



Domingo 27
Brunch na padaria portuguesa
Esplanada na Avenida da Liberdade para uma cerveja
Um gelado em Santos na Davvero
Vir a casa trocar de roupa e jantar sushi
Ir a uma festa no mercado da ribeira
Chegar ao Lux às 00:15h e já não me deixarem entrar porque fechava à 1h...

Segunda 28
Manhã em Cascais a trabalho
Almoço no Ikea e aproveitar para comprar umas coisas que precisava
Tarde normal de trabalho.

Terça 29
Trabalho
Ginásio
Comer marmita no bar
Ir à feira do livro e dormir na casa da sócia, porque de manhã tínhamos reunião lá perto.



Quarta 30
8:30 na Penha de França para ver um projeto novo
Trabalhar até às 20h
Ir ao Alegro fazer comandos da garagem
Ir ao Colombo porque no Alegro não deu. Jantar lá
Trabalhar, fazer a mala e deitar às 3h 



Quinta 31
Apanhar o comboio das 9:30, chegar ao Porto para o almoço
Preparar a reunião da tarde (feriado), que só acabou às 19h
Jantar com a minha amiga Inês



Sexta 1
Acordar e ir comer umas panquecas. Aqui. Aprovado!
Apanhar o autocarro das 12:30 
Chegar a Lisboa e ir a casa buscar a mochila do ginásio
Treinar. Tomar banho e correr para um jantar.
Sair para beber uns copos.




Sábado 2
Dormir de manhã
Ir ao supermercado depois de almoço
Fazer vida de dona de casa onde se incluiu arrumar, lavar roupa, estender...

Domingo 3
Acordar e fazer a depilação. 
Ir correr 5km a Belém.
Trabalhar toda a tarde.




As minha semana devia ter mais dias, ou o meus dias mais horas.
Desconfio é que arranjava mais coisas para encaixar nesses tempos e era tudo igual.
Não sei se é por estarmos a chegar ao verão, mas de repente há convites para tudo e mais alguma coisa... E os santos estão a chegar!!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Solid Disaster Gold

Há 3 fins de semana que trabalho. Não custa porque é "pra mim". Só quem trabalha por conta própria percebe isto. As pessoas acham estranho que se trabalhe fora de horas, mas adoram dizer:

 "ah, mas tu fazes o teu horário, podes ir ao ginásio [ou a outro sítio qualquer] à hora que quiseres, podes tirar férias quando quiseres, podes..."

Claro que posso! É ótimo dormir uma hora a mais de manhã se tiver sono, é ótimo ir de viagem mais cedo se quiser, é ótimo ir de férias os dias que quiser... Mas gente, ninguém faz o meu trabalho! Não tenho a quem o deixar. E para ir ao ginásio em horário laboral é óbvio que vou ter de trabalhar à noite ou ao fim de semana. E mesmo que trabalhe os 5 dias da semana completos, se houver muito trabalho tenho que aproveitar o fim de semana. Se não entregar trabalho também não ganho dinheiro.
Ponto.

Toda esta introdução para dizer que fui para o norte na sexta à tarde. Logo, folguei a tarde. 
Tinha marcada uma reunião de trabalho, lá, sexta à noite e outra sábado depois de almoço. Na sexta à noite encontrei um erro no 3D de sábado que me custou a manhã inteira (sábado) a corrigir. Saí da reunião (com os clientes entusiasmados) eram 18h. 
Tinha um jantar marcado em casa de um amigo.

Começamos a comer acompanhados de uma garrafa de muralhas, que acabou nas entradas. O risotto, depois de muitos contratempos, ficou ótimo e começa-mo-lo a comer as 23h. Mais outra de muralhas. Nesta altura já a música ecoava alto e bom som na sala. Sobremesa: salada de fruta, que o obriguei a fazer para não quebrar o desafio do açúcar. A seguir uma vodka pra mim, duas pra ele. E depois ainda veio moscatel. Claramente já não estávamos com a saúde mental em condições, porque ninguém bebe moscatel depois de uma vodka.
Dancei até me doerem os pés.


Acordei no dia seguinte e o meu telemóvel não estava a funcionar bem. O touch simplesmente não funcionava na parte de baixo do ecrã... Tinha mudado a película há 2 semanas e estava toda estraçalhada

Mas que raio aconteceu aqui? - pensei eu.
Mandei-lhe mensagem a dizer que tinha o tlm meio avariado.
"Pois, eu acho que o pisaste ontem a dançar... mas não tenho a certeza que não me lembro bem".

Depois de um dia a ditar mensagens ao telemóvel, porque não as conseguia escrever, fui à loja que me colocou a película. "Ah e tal, a película está toda partida, tem duas semanas...e não está a funcionar bem... não sei se é disso..."
O rapaz arranca-me a película.
Morri.
Ecrã partido de um lado ao outro.

"Não sei como fiz isso!" - menti com os dentes todos.
"Às vezes acontece com as chaves na mala" - disse-me o inocente do rapaz.
"Pois, deve ter sido isso..."


Continuo a mesma destrambelhada de sempre.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

A subir por aí acima

Passado um ano (mais até!) do dia em que a minha vida profissional mudou radicalmente nunca mais vos dei notícias. Pois é que a empresa corre bastante bem, não é que estejamos cheias de dinheiro, mas trabalho não nos falta. Não é mesmo fácil gerir uma empresa, ainda que seja como a nossa, pequenina e com poucos encargos. Mas a verdade é que nem eu nem a sócia tivemos no nosso percurso académico ou de vida noções de gestão e expansão de um negócio.
Éramos completas nabas, mas já crescemos, já sabemos mais coisas, até já temos site e cartões da empresa fiu fiu! Ah pois é!

Este mês de janeiro trouxe-nos novos potenciais clientes, logo potenciais projetos.
E é ver-me em todos os bocadinhos a pesquisar cozinhas, salas e escadas e materiais e mais e mais...
E há coisas mesmo interessantes neste mundo.

Deixo-vos escadas interiores interessantes.
(Óbvio que tem que ser vistas como elemento escultórico da casa!)






quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Mini cozinhas

Alguém anda no dilema de mobilar/equipar uma cozinha?
Tenho andado a pesquisar cozinha pequenas, uma vez que tenho aqui uns projetos que me estão a fazer dar muitas voltas ao cérebro por causa das mini cozinhas...
Quanto mais pesquiso mais acho que é possível fazer coisas funcionais e bonitas num espaço mínimo. A prova disso são estas imagens.

A nível pessoal sou super fã de kitchenette. Não sou fada do lar e não gosto de cozinhar. Gosto de fazer outras coisas enquanto cozinho e estar presa na cozinha chateia-me. Não me interessa os cheiros, além de ter exaustor e abrir a janela ao mesmo tempo, também não faço fritos ou coisas que façam um cheiro horrível na casa toda. Por norma... não quer dizer que de vez em quando não aconteça. Além disso, só de pensar em limpar uma cozinha gigante... 

Em Lisboa, com esta maré de reabilitação, é raro o prédio que me passe pelas mãos que não leve kitchenette. Falta de espaço leva a isso.
Sintam-se à vontade para guardar e usaras ideias.








quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Desespero sobre 4 rodas

Hoje tive uma aventura desastrosa de carro.
Não, não foi nenhum acidente, graças a Deus, nem nada que se pareça.

Desde que saí da empresa onde trabalhava tem-me aparecido umas pontas soltas, que, embora não sejam da minha responsabilidade (mas sim responsabilidade da empresa) tenho que resolver, pois eu sou a técnica dos processos e se eu não fizer nada e os clientes vão ficar sem resposta... E eu, simplesmente, não me sinto bem se não os ajudar.

Hoje fui lá prós lados de São Domingos de Rana. Tinha de ir tirar fotografias a uma rua para poder fazer uma resposta para a Câmara Municipal. Meti a morada no gps e lá fui eu.
Aquilo é no fim do mundo, diga-se, nem que me pagassem morava naqueles bairros... Depois de ir dar a umas 5 ruas sem saída e ter que fazer inversão de marcha, cheguei à rua. Já lá tinha estado e não me parecia ser ali. Vi umas pessoas e fui perguntar.

"Oh menina, qual é o número da porta? É que a rua divide-se em duas, porque a autoestrada passa a meio..."

Lá disse o número, claro que era do outro lado.
Volto para trás, passo a ponte, os ecoponto à direita, mais duas ou 3 ruas sem saída e inversões de marcha (raio do bairro) e chego ao outro lado da rua. Estaciono.
Uma rua super larga. Não era aquilo que me lembrava. Saí do carro e fui até ao final da rua.
Não, não podia ser ali. Estava no sítio errado.
Vi um senhor e fui perguntar "Estou no Zambujal?"

"Não menina, isso é lá do outro lado. A rua tem o mesmo nome e eu até recebo cartas enganadas. Tem voltar por onde veio (sabia lá eu por onde tinha vindo...), chega ali àquele predio mais alto, vai à rotunda, corta à esquerda, anda sempre em frente, vai passar uma escola, volta a virar à esquerda, passa outra rotunda... blá, blá, blá e chega ao Zambujal. Percebeu o que expliquei?"

Disse que sim para não atrasar o senhor. Aliás ele podia explicar 1000 vezes que para mim era igual.
Meti-me no carro na esperança de passar do MEOdrive para o google maps e este levar-me à rua certa, no sítio certo.

Nada.
Os gps's não conhecem aquela rua no Zambujal.
Apeteceu-me chorar. 
Eu a ser boa para as pessoas, a desenrascar trabalho que não vou receber, a fazer kms e a gastar tempo e tudo estava contra mim.
Meti só Zambujal no gps. Vou para um sítio qualquer, pensei, e depois pergunto.
Chego ao Zambujal. Continuo nos bairros feios, sem urbanismo, com casas construídas sem planeamento. Continuo a andar e a tentar ver onde posso encostar para perguntar. Vejo a escola que o senhor falou e então continuo em frente (obrigada senhor). Quero muito encostar mas não há onde. E sempre carros atrás de mim. Mas vão para onde? Aquilo é o fim do mundo, pensava eu em desespero. Andei por ruas mesmo estreias, a subir e a descer e sempre os carros atrás de mim e zero sítios para encostar.
Subi uma rua íngreme e finalmente estacionei.
Estava praticamente a desistir.
Liguei à minha sócia (que me viria a salvar) a pedir para me dar, por favor, o nome de outra rua perto da que eu queria. Deu-me duas. 
"Em que rua estás tu?" pergunta ela para ver se me ajudava.


"Não estou a acreditar. Estou na rua que me acabaste de dizer" - disse eu.

"Então sai do carro que a rua que tu queres é mesmo aí a seguir". - disse ela.




E era.