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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Black




E no meio dos twisted thoughts vem a notícia dos happy thoughts.
Vou realizar um sonho que achei que já não ia ser possível.

sábado, 14 de outubro de 2017

Bush Bush Bush


Os Bush fizeram parte da minha adolescência, desde o Everything Zen , ao conhecidíssimo Swallowed ou ao mais recente The People That We Love. Marcaram-me e durante muito tempo ocuparam (ou ocupam) o meu top 5 de bandas. Corria o ano de 2002, na flor dos meus 16 anos fui vê-los ao Festival de Vilar de Mouros. O Gavin Rossdale passou diretamente das portas do meu armário para um palco em frente aos meus olhos. Lembro-me que gravei algumas músicas no meu telemóvel da altura, com a funcionalidade "gravação audio". A malta mais nova já nem sabe o que é um telemóvel sem imagem... só com pixeis a preto e branco...
Adiante.
Há uns 2 meses passei em frente ao Coliseu dos Recreios e vi um cartaz a anunciar que vinham cá.
Nem sequer ponderei comprar, mas fiquei a pensar naquilo. Gostava de ir.
Como o Mr. me faz as vontades todas (sou altamente mimada às custas dele), há 2 semanas apareceu-me com bilhetes comprados para o concerto.

O concerto foi na quarta feira.
Como a sala do coliseu não é muito grande e também não estava a abarrotar, deu para ficarmos bem lá à frente, pra'i a uns 10/15m do palco. Adoro concertos no coliseu pelo facto de o piso ser a descer e facilitar imenso a visualização. Além disso, sou assim para o alta e vi o concerto todo sem ninguém a tapar-me a vista.
Dancei, cantei, fiquei babadíssima com o Gavin. Continua lindo de morrer (embora já não ande pelas portas do meu armário), jeitosão e enérgico. Até fui pesquisar a idade do homem. 51 anos minha gente! 51 e continua assim... não hei-de eu estar velha...


A certa altura o Gavin sai do palco e decide começar a andar pelo meio da multidão. Literalmente no meio da multidão, com os seguranças sempre atrás dele a garantir que ninguém amarrava o homem. 
Eu sou tímida.
O Mr. só me dizia "vamos! vamos tentar chegar a ele!" Não precisamos de nos mexer muito porque ele acabou por passar mesmo ao nosso lado. 
Tive o meu momento teenager. Estiquei o braço e agarrei-lhe um bícep, todo suado.

Eu agarrei o bícep do Gavin!

Os momentos seguintes fiquei a assimilar o que tinha acontecido. Tinha estado a menos de 1m dele e tinha-lhe posto a mão. Ao menos não chorei como um rapaz que estava atrás de mim, com uns 30 anos e com lágrimas a cair... A mim só me deu vontade de rir dele.


E depois destas fotos que tiramos deixo-vos a Glycerine tocada quase toda num solo. Linda de morrer.


E a The People That We Love, com pouca qualidade mas que mostra o quanto ele dançou. By the way, descobri que temos uma forma de dançar muito semelhante.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

A música na minha vida

Tinha este post nos rascunhos com as músicas todas por escolher.
Vi há uns tempos (anos talvez) noutro blogue e achei que algum dia haveria de preencher.
As escolhas não foram fáceis.
Quase todas me fazem lembrar bons momentos.
Não sei a quem roubei esta ideia, se ainda cá andar pode manifestar-se.
Roubem também e façam nos vossos espaços ou nos comentários.


1) A música que me faz rir.... (é mais o video e o que me lembra - pós erasmus)


2) A música que me dá vontade de dançar... (descoberta numa viagem à Polónia)

3) A música que me lembre de alguém de que goste... (um amigo com quem falo uma ou duas vezes ao ano, mas que em certa altura da minha vida me proporcionou momentos felizes)

4) A música que gostava de ter escrito... (um hit, das favoritas de sempre...)

5) A música que me faz sentir nostálgica... (meio maluco o video)

6) A música que me faz lembrar a minha adolescência... (agora também me faz lembrar o Alive 2017)


7) Uma música que gosto de um artista que odeio... (eu só odeio o João Pedro Pais e por isso é impossível gostar de alguma música).

8) A música que tenho vergonha de admitir que adoro... (não é bem vergonha, mas está associada a novelas, coisa que eu não vejo...)

9) A música de que gosto só pela letra e não pela melodia... (claro que não é só, mas gosto muito muito desta letra)

10) A música com a qual gosto de acordar... (tenho-a como despertador e quase já só me lembra o sono que tenho ao acordar...)

11) A música faz-me lembrar que amanhã é já sexta/feriado... (abanar o rabo)

12) A música que te faz lembrar a tua melhor amiga... (tempos longínquos mas ela continua "aqui")

13) A música que me faz chorar... (desde sempre)

14) A música que me faz pensar na solidão... (é boa para introspecção)

15) A música que me põe logo a cantar... (impossível não o fazer...)

16) A música que corresponde ao meu estado de humor neste momento...

17) A música que me faz pensar de num ex... (evito ouvir)

18) A música que mais odeio nesta vida... (coloquei aqui mas nem ouvi)

19) A música que me lembre da minha infância... (este a par com os REM são os cantores da minha infância)

20) A música que caracteriza o meu blogue... (esta foi difícil...)

terça-feira, 11 de julho de 2017

Alive, I'm Alive!


Passou mais um ano de Alive.
Mais um ano no Passeio Marítimo de Algés.
Mais uma banda do meu top5 para ver.

Lembram-se disto?

Pois bem, este Alive ainda foi mais especial.
Vi os Foo Fighters, morri de amor por eles. Foi um dos melhores concertos da minha vida. Só quem lá esteve percebe. O Dave não se limitou a cantar músicas. Entrou em palco e disse que o concerto ia ser fucking amazing. Falou com o público, disse piadas, desafiou... Pediu desculpa por não ter voltado antes a Portugal e o diálogo foi hilariante (ouçam abaixo) e depois de 1min. com toda a gente a cantar "e salta Dave, e salta Dave olé, olé!" eis que o Dave diz:

"I don't know what that means. (...) that's a new song, I like it! Well, that's the best song of all night..."



E de repente toda a gente grita: "Jump Dave, jump!! - e os músicos começam a entoar a música e o Dave saltar. 

O público ainda cantou mais 2/3 músicas que eles iam acompanhando com uns acordes.
Foram duas horas do melhor.
E o Mr. ainda me concedeu uma música nos seus ombros (coitadinho, que eu sou peso pesado). Imaginem eu, que meço 1.72m aos ombros dele, que mede 1.87m... Era a pessoa mais alta do recinto.


Aqui fica o concerto completo que passou na RTP1. Vou vê-lo quando tiver tempo. Vi só uma música e já fiquei em pulgas...

Mas o Alive teve mais coisas boas.
Para além dos concertos (para quem quer saber Depeche Mode desiludiu em relação à outra vez) aconteceram mais duas coisas engraçadas por lá.

Na primeira noite vi que a Andreia (uma seguidora aqui do blogue) também lá estava e comentei no IG dela. 
A história da Andreia é engraçada, porque há 2 anos quando fui de férias à Galé, ela mandou-me mensagem a dizer que era de lá perto e que se tivesse sabido com mais antecedência se teria encontrado comigo. No ano passado estivemos as duas no Alive não nos vimos. Então ficou acordado que seria este ano. E foi!
Combinamos na roulotte dos cachorros e ainda andava eu à procura do Mr. quando a Andreia aparece, com um grande sorriso! E que gira que ela é! (tenho as leitoras mais bonitas!) Fiz as perguntas da praxe, o que faz, quantos anos tem, de onde é... essas coisas, que isto de me conhecerem e eu não vos conhecer tem muito que se lhe diga! :P

Sabia também que um rapaz (do crossfit) que sigo e falo há quase dois anos no IG ia lá estar, então fomos mandando mensagem a dizer em que zona estávamos e se estivéssemos perto encontravamo-nos. E foi no 2º dia, já no final da noite, que fomos buscar cerveja bem perto um do outro e encontramo-nos. É estranho conhecermos uma pessoa sem nunca a termos visto. Mas é o que as redes sociais hoje fazem. E para quem está já a ser má língua, ficam a saber que apresentei o Mr. também.

Este foi o Alive em que transformei virtual em real.
Foi bom, foi genuíno e já ficou combinado com a Andreia avisar se voltar à Galé e com o Ricardo um treino com os Fhitunit às 7h da manhã...

frase cliché do Alive

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Dia de São Valentim e The Temper Trap

Ontem no metro. Momento reflexivo.

Este título pode parecer estranho neste blog. 
Aliás, fui ver no histórico para comprovar que nunca comerei o dia dos namorados e é mesmo verdade. No ano passado houve um "cheirinho", já muito graças ao Mr.Pannacotta.
Há pra'i meio ano o Mr. avisou-me para não marcar nada para o dia 14 de fevereiro. 
Nunca mais se falou nisso.
Entretanto comecei um curso na segunda feira e disse-lhe que não podia faltar.

"Tens de faltar" - e eu não ofereci resistência.

Ontem, mandou-me mensagem para estar pronta às 19h.
Faço sempre a mesma pergunta "o que visto?" - é diferente ir para um jantar de gala ou para uma tasca, convenhamos - "normal, confortável e não precisa ser muito quente que não vamos estar na rua" - respondeu ele, o que não ajuda rigorosamente nada.
Vesti um vestido, uma botas confortáveis de tacão e recebo outra mensagem.
"Já sei!Calças pretas daquelas que parecem cabedal, top rockabily e botas confortáveis."


Ou seja, fui trocar de roupa.
Passado um bocado avisa-me que se atrasou no trabalho e demora mais uma hora.
Quando chega a casa, traz-me a cara de gato das botas, que está tudo a correr mal, menos eu que estou ainda mais bonita que o normal. Um gentleman.

Saímos a correr para Belém e surpresa das surpresas vamos jantar ao McDonald's! Quase engoli o hambúrguer todo de uma vez e voamos para o CCB. Já tinha percebido que íamos a um concerto, que o estilo rockabily denunciou-o.
Só percebi o que íamos ver à porta do auditório.

Todo o mundo sentado quando os The Temper Trap entraram, o gajo diz logo "nós nunca tocamos em auditórios com cadeiras, gostavamos que se levantassem" - e assim foi, todo o mundo de pé.
E foi muito muito lindo.
Fiquei num lugar espetacular, mesmo centrada e à altura deles no palco. Mesmo assim de frente para eles. Acho que o senhor olhou para mim o tempo todo.
Deixo-vos uns excertos que gravei.
Saí de coração cheio.

E eu estava mesmo, mesmo gira.




Pois que não sei o que me passou pela cabeça para filmar na vertical...

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Sintonia perfeita

No início desta semana deu-me para ouvir Crystal Castles.
Gosto deles e por isso fui à procura ver se viriam cá nalgum festival de verão em 2017.
Coincidência ou não, vi que estariam no Porto na véspera de feriado no Hard Club e em Lisboa no feriado, no Paradise Garage.
Ainda pensei que gostaria de ir, mas achei melhor poupar o dinheiro.
Ainda comentei com o Mr. que havia uma concerto este fim de semana que gostaria de ir, mas nem lhe disse do quê, para ele não ir a correr comprar. 
Tenho sempre que ter muito cuidado com o que lhe digo, que ele estraga-me com mimos.


A meio da semana disse-me que tínhamos um jantar surpresa no feriado.
Eu adoro surpresas, nem questionei.

Ontem à noite ele escolheu-me a roupa. Fazemos assim sempre que o sítio é surpresa, para não acontecer como no último Optimus Alive.
A meio do caminho tive um rasgo de lucidez.
Fiz-lhe um grande sorriso e disse, "vamos jantar ao Lx Factory, não é?" 

Realmente fomos jantar ao Lx Factory, ao Rio Maravilha. Já lá tinha estado a beber copos, mas nunca a jantar. Não foi barato, não. Mas gostei mesmo muito! Da vista, da comida (um misto de comida portuguesa com brasileira, mas com aquele toque moderno, com combinações fora do comum que não estamos habituados a ver), da simpatia do atendimento, das casas de banho... tudo.
Já só fui a tempo de fotografar a sobremesa. Divinal.



De repente, ele diz.
"Bebe rápido o resto do teu vinho que temos que ir embora".
E o meu coração encheu-se de alegria.
Quase corremos até chegar ao Paradise Garage.
Só perguntei:

"Quando compraste os bilhetes?"

"Há pra'i 3 semanas" - respondeu ele.


Fritamos a pipoca, mas gostei tanto.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

T-12

Estou em contagem decrescente.
Podia bem ser para os meus anos, mas ainda não.
Faltam 12 dias úteis (já só conto os úteis para parecerem menos) para deizar esta empresa maluca e dedicar-me a 100% às minhas coisas. 

Em tempos trabalhei mais de um ano sozinha nesta empresa, mas as coisas corriam bem, a empresa crescia. Depois do monte de gente que por cá passou ter ido embora, estou novamente sozinha, a resolver pontas soltas e a tentar deixar, pelo menos a minha parte, em ordem.

Dito assim parece piada, pois ordem é a única coisa que aqui não existe.



Músiquinha para relaxar.
It feels like We Only Go Backwards

Bom fim de semana.
Vou dormir tanto!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Drones eletrizam Lisboa (Muse)

Como foi o concerto dos Muse?
Simplesmente brutal.

O facto de conhecer as músicas todas, saber as letras e ter dançado e saltado até me doerem os pés, ajudou, mas foi, sem dúvida, o melhor concerto que vi até hoje, no que diz respeito ao espetáculo.
Efeitos especiais, luzes, drones no ar, palco 360º, explosões... Foi pra lá de espetacular.
Não tive muito tempo de telemóvel na mão, mas ainda registei algumas das músicas.
Vejam lá a diversidade.

mãos em 3D e eles eram marionetas (e mexiam de um lado para o outro!)
painéis com projeçoes
os drones em ação
painéis + drones
explosões
e mais ainda



as explosões eram de "homenzinhos"


Estes videos ilustram bem o que foi o concerto.
Percam 5 minutos a vê-los.






A entrada com a Psyco foi brutalíssima.
Queria ir ver outra vez.
Mr. Pannacotta quase arranjou bilhetes para irmos ver outra vez no dia seguinte...

Andei a ver e vão a Oslo e Estocolomo no fim de semana prolongado do 10 de junho/ Santo António... mas as viagens são tão caras...!

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Hoje é dia de:

Finalmente vou ver os Muse ao vivo.
Quando soube que cá vinham comprei 2 bilhetes, era novembro e não tinha companhia.
Acabei por vendê-lo a um amigo, que ia com amigos dele, claramente ia-me colar...


Entretanto, aparece Mr.Pannacotta na minha vida, ele também com um bilhete para o concerto, mas para dia 2 (o meu era para dia 3).
Nunca mais nos lembramos disto, até ontem à noite.

"Grande merda, o concerto é amanhã e continuamos com bilhetes para dias diferentes..." - disse-lhe.

Não sei que mundos moveu, vendeu um bilhete a uma pessoa de Lisboa, comprou outro a uma pessoa do Porto e chegou-me hoje ao almoço com os dois bilhetes para hoje.


Alguém vai lá estar hoje também?

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Música desta manhã


Coffee in the morning
I don't wanna wake you
I just wanna watch you sleep
It's the smell of your hair
And it's the way that we feel
I've never felt comfortable like this


Boa sexta feira!
A minha começou muito bem.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Música com resposta

Eu mandei:

E recebi como resposta:



p.s. - Preciso de tempo, alguém dá, vende ou troca?

quinta-feira, 31 de março de 2016

Música para os meus ouvidos

Mandei esta por mensagem.


Respondeu-me com esta.


Adoro a sonoridades deles. 
Faz-me dançar.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Música para os meus ouvidos

Últimas 3 músicas que Mr. Panna me enviou (entre ontem e hoje...)






É da minha cabeça ou tem todas títulos sugestivos?

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

E o concerto? - perguntaram vocês... (post longo)

Tinhamos que estar no Coliseu dos Recreios às 21h. 
Rhodes abriria o concerto e logo a seguir viria o Hozier.
Mr. Pannacotta já tinha avisado que só conseguia aparecer às 20h pra jantar, logo, à partida sabíamos que ia ser uma corrida contra o tempo.
(Ele, por norma, é pontual. Por norma...)

Marquei mesa no Rubro, há-de ser sempre a minha arma, só porque gosto mesmo muito de lá ir. Gosto da comida, gosto do atendimento, gosto do espaço. O preço é discutível, mas arma que é arma é apontada à outra pessoa e por isso não costumo pagar... (devo-vos sinceridade acima de tudo).
Tinha marcado o ponto de encontro na esquina da Av. da Liberdade, às 20h. Acordei com o empregado do restaurante que entrávamos às 20h e saíamos antes das 21h, logo o serviço teria de ser rápido. Juro que nem me reconheço, ainda há pouco tempo tinha vergonha de falar ao telefone...

Meia hora antes do combinado, o homem, já me estava a avisar que estava atrasado.
Eu sou a maior stressada das horas à face da terra, que o confirme quem me conhece pessoalmente.
Achei que o homem ainda estava pelos confins da margem sul, algures na ponte 25 de abril, preso no trânsito, ou em Setúbal, como é costume...
Pensei em desmarcar o restaurante, enquanto fazia tempo na baixa-chiado. 
"Calma, estou na Almirante Reis."  - disse-me isto às 19.45h.

Eram 20h e eu estava no sítio combinado.
Mensagem do homem a pedir o nome da rua e número do restaurante, pois estava no táxi e era mais fácil ir direto.
Chego à porta do restaurante, nova mensagem, eram 20.10h.
" Entra e vai pedido. É melhor..."

Mais uma vez não me reconheço.
Sou uma mulher nova.
Sou desenvencilhada.
Entrei.
Pedi.
E sorri.

20.15h chega o senhor.
Só assim para começar levou um beijo de rajada.


A comida, como sempre, estava muito boa. 
Bebemos um rosé fresquinho para apagar o fogo.
Saímos quase Às 21h e voamos pela Rua das Portas de Santo Antão.
Rhodes já estava a tocar, logo, e para responder ao Anfitrião de Lisboa, não havia fila de catraias à porta. Depois de uma ginginha, uma cerveja e um martini entrou o Hozier.
Ahhhhh! Eu gostei tanto do concerto! Não sei se da música se da companhia.
Dancei tanto, ri tanto, cantei tanto! E mais não digo... imaginem. Coisas boas.

mr. Hozier

:D

Depois do concerto fomos ao Primeiro Andar. Já tinha ouvido falar dele.
Dentro de uma antiga associação, no meio de grafitis, com uma decoração retro hipster, bom ambiente, um antónio variações na parede... não se descreve. Vai-se lá e pronto, é o melhor. Ainda dá acesso a um terraço, com outro bar e a uma sala enorme onde estavam a dançar forró, se não me engano, mas pagava-se para entrar.

Entrada para o Primeiro Andar

Porque não?

Gimno do Primeiro Andar

Gimno do Primeiro Andar

Vista para o Politeama

Não fui à casa de banho mas diz que é artística...

Do Primeiro Andar fomos ao Red Frog, um bar de cocktails, na Av. da Liberdade, muito ao estilo dos bares americanos, escondido numa cave, com campainha para entrar e uma sala secreta. Bom ambiente outra vez. Gostei muito do meu cocktail, do dele, nem por isso. Mais uma vez, não há nada como experimentar.






Depois só fomos mais ao Cais do Sodré ter com amigos.
E o senhor levou-me ao táxi depois.
Muito cavalheiro.

sábado, 16 de janeiro de 2016

saturday night

Nunca gostei de homens de cabelo comprido.
Acho que nunca vou gostar.
Mas, este, tem uma voz especial.








Vou levar mr.Pannacotta a jantar e depois vamos ao Coliseu ver mr.Hozier.
Vou mandar beijinhos da plateia. 
Ou então dou-os para o lado.
Logo vejo o que dá mais jeito...


ssshhhhh!! É surpresa!

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Sexta feira é dia de...

Sexta feira costumava ser dia de deixar aqui gatinhos...
Ora vamos lá.

Mr. Ben Howard.








Benjamin John Howard
24 April 1987 (age 28)
London, England
Folk Rock
Singer - Songwriter
Guitar Percussion


Bom fim de semana!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Sia

Esta semana passou a voar!
Músiquinha para ouvir hoje.



Gosto muito da Sia. Hoje resolvi ouvir uma playlist, pois só conhecia aquelas mais comerciais.
Não me canso de ver o videoclip com o Shia LaBeouf... ai senhores! Até me dá calores!

Hoje é dia de rumar ao Alentejo (só de fim de semana!) com amigos. 
Vou fazer muita praia e beber moderadamente. Ou não.

Bom fim de semana!

sábado, 6 de junho de 2015

Manhãs novas

Que bem que sabe acordar com música de manhã. 


É oficial, depois de mais de 2 anos de aventura, a minha irmã voltou!! 
Acabou a casa silenciosa. 
E é bom!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Crónicas de uma radioterapia

Hoje fiz a sessão de radioterapia ao som de uma das minhas musicas preferidas de todo o sempre. 
Estava deitadinha, braços para cima a cantar, alto e bom som a Black dos Pearl Jam.


De repente, ouço o som do intercomunicador, como no continente:

"Esta deve das suas preferidas, deve pensar que a gente não está a ver!"

Parti-me a rir, cuidadosamente para não me mexer... 

"Não se ria! Não se mexa!" - disse outra vez a voz das caixas do continente.


Que bem comecei a semana. Boa música, boa disposição. Agora siga para o hospital que também é dia de imunoterapia.