Ontem, fui correr 30 minutinhos ao ginásio (começamos a diminuir o tempo que Alverca está mesmo aí). Fiquei contente que não sofri. Meia hora a correr, a 9,5km/h, não é super rápido mas pra mim é bom, e cheguei ao fim sem cansaço nas pernas. Se eu treinasse o ano todo como estas duas últimas semanas era uma corredora a sério!
O problema é que pra treinar assim corrida não consigo fazer os meus 4 treinos de musculação semanais... óbvio! E a gente tem de fazer mais o que gosta, não é...
Deixei-me trabalhar até mais tarde [ainda não estou habituada ao horário de verão com sol até mais tarde], atrasei o treino, atrasei o banho porque me pus na conversa com o treinador enquanto alongava, ou seja, saí do ginásio sem secar o cabelo, qual flecha para o seu alvo. Entrei no carro na mate e fomos jantar a Miss Jappa no Príncipe Real.
Sentamo-nos, escolhemos a comida e ela diz: O que bebemos?
Alcoól - respondi eu.
Mate - Alcoól? Estava a pensar mais em chá.
Eu - vinho.
Mate - ok, então só um copo para cada.
Eu - Já sabes que quando pedimos só um copo para cada, acabamos por pedir o segundo e já sabemos que compensa pedir a garrafa...
Mate - E vamos beber uma garrafa toda?
Eu - ...
Pedimos a garrafa, "bem fresca senão não presta" - dizia ela ao empregado - "e uma manga não tem?" - E ele disse-nos que não e foi embora. Eu já ia comentar que não era muito simpático, mas ele voltou com um frapé e a dizer "com este calor isto é melhor que manga".
Fomos comendo as peças ótimas [mas minis] que pedimos. A nossa conversa é sempre muito animada. Por isso é que a mate é a mate, porque embora seja muito diferente de mim compreende-me perfeitamente e a nossa conversa tem muito de sintonia.
Liga-me o comissário de bordo. Não atendo mas mando foto das duas (embora ele não a conheça pessoalmente ouve falar muito dela e vice-versa).
Mandou mensagem de voz:
"Não vou comentar... Senão ias dizer que eu sou um porco."
Sei bem o que ele pensou e contém o número 3.
Adiante.
Acabamos de comer. Era tudo muito bom, mas ainda tínhamos fome... mandamos vir mais um.
Nesta altura já o empregado nos despejava o que restava do vinho nos dois copos.
Comemos o último prato. Acabamos o vinho.
Empregado - Então, gostaram do último?
Mate - Sim, gostamos, mas era muito maçudo.
Nesta altura desmancho-me a rir. Mulheres do norte são assim, dizem o que pensam.
Empregado - Então e sobremesa?
Nós - Sobremesa não queremos.
Empregado - Então e se eu trouxer outro prato? Um que nem está na carta...
Mate - Mas está a oferecer ou vamos pagar? - imaginem eu a rir muito.
Empregado - Se não está na carta e digo que vou trazer então é oferta para voltarem cá mais vezes.
Eu - Mas já não temos vinho, vamos comer a seco...
Empregado - Eu trago mais um copo e dividem.
Mate - Não, traga um copo para cada - pra quem queria chá... mas é como diz o comissário, as mulheres do norte sabem beber em quantidade.
Resumo: Uma garrafa mais dois copos, 4 pratos, um empregado simpático, um prato fora da carta, duas miúdas bem dispostas e uma conta de 63€. Não foi barato, mas foi muito bom. Japonês clássico mas moderno, nada de fusões que por acaso não gosto. O espaço é muito agradável e estava cheio!
O meu pai fez anos no último sábado. Escusado será dizer que, na boa, metade do bolo veio pra Lisboa. E, embora tenha dado algum, andei a comer bolo todos os dias, várias vezes ao dia, até ontem. E a cena pior é que não era um bolo qualquer era só: bolo de caramelo com creme de caramelo, creme de manteiga e ganache de chocolate. Decorado com malteesers e kit-kat...
Era este, nada de mais, não é?
Pois bem, o bolo acabou ontem e eu juro que comi até não conseguir mais.
Vai daí, imprimi um calendário e decidi que durante o mês de fevereiro vou tentar não comer doces. São só 28 dias, é o mês mais curtinho do ano...
Partilhei a imagem no instagram (atenção que o meu IG já está ali em cima à direita, graças à querida Ovelha) e choveram mensagens de gente a querer fazer o mesmo.
O que é que isso quer dizer?
DESAFIO!!
A partir de hoje, partilho nos meus stories o calendário com ✓ ou ✕ consoante a força de vontade de não ter ingerido doces, diariamente até final do mês!
Quem quiser pode-se juntar à festa, com IG ou sem IG, façam e partilhem nos comentários.
Aqui no blogue talvez ponha semanalmente.
Vamos a isso?
nota - por açúcar* entenda-se: bolos, bolachas, chocolates, gomas, sobremesas, and so on...
Aproveitando o fim de semana prolongado do 5 de outubro e o facto de não ter tido férias "grandes", rumei ao Porto, com amigos, para lhes mostrar como a cidade está tão diferente, comparando com o Porto de há 10 anos atrás.
Para mim o Porto vai ser sempre uma das minhas cidades. Agora que me ponho a pensar, já vivo há mais anos em Lisboa (8) dos que os que vivi no Porto (5).
Quando deixei o Porto, corria o ano de 2009, ainda não havia turismo, ainda não havia o desenvolvimento hoteleiro e de restauração, muito menos a movida que agora existe na baixa portuense.
À noite o Porto era deserto, a ribeira era perigosa.
Felizmente, e com ajuda de algumas variantes, o Porto mudou.
E mudou, a meu ver, para (muito) melhor!
Como sempre fiquei em casa de uma grande amiga, que sempre é a forma de a ver e passar algum tempo com ela e ao mesmo tempo poupar mais.
Aproveitei a ida ao Porto para me aculturizar gastronomicamente e é isso que vos vou mostrar:
Brick: um dos sítios que mais queria experimentar e que, tirando a espera que foi grande, compensou muitíssimo! A comida é realmente boa e só de olhar para as fotografias já comia tudo de novo. Bom sítio para ir sem pressas. Aquela carninha no pão... de morrer e chorar por mais.
Rota do Chá: uma casa de chá com um estilo muito oriental, que já conhecia na Rua Miguel Bombarda, mas onde gosto sempre de voltar. Tem um lindo jardim ótimo para beber um chá e relaxar. Cuidado ao sair para não irem ter diretos à cozinha... ups...
Hotel Premium Porto Downtown: Andamos algum tempo à procura do hotel, pois sabíamos que tinha um terraço com vista a 360º. Estava fresco e por isso estivemos sozinhos no terraço. Aproveitamos para pedir um pica-pau, que estava muito bom, e beber umas cervejas.
Diplomata: mais um local ideal para brunch. Tínhamos lido que eram experts em panquecas e quisemos ter a certeza. Como costuma ter muita gente fomos cedinho, mal abriu. Éramos 8 à mesa e não houve uma pessoa que não adorasse. Pode escolher-se desde a massa das panquecas, à fruta, iogurte e toppings. Basicamente tudo! Há menus de brunch e o preço é muito bom!
Espaço Porto Cruz: mais um terraço de ida obrigatória, com a deslumbrante vista de Gaia para o Porto. Como o nome indica é dedicado ao vinho do Porto, que eu adoro e bebi (sim, há para várias preços) mas há também outro tipo de bebidas. Vi um dos pores do sol mais bonitos de sempre, com vinho, amigos e o meu Porto no fundo.
Foto by Agnieszka Olesiewicz
Francesinha Caffé: por fim, e como não poderia deixar de ser, a bela da francesinha, num sítio recomendado por um portuense. Levei os lisboetas a comer francesinhas e adoraram. É um simples café, mas que só serve francesinhas e pregos. Eram boas. E comi a minha toda!
Miss'Opo: último almoço antes de zarpar para Lisboa. Adorei o espaço, acho que foi uma maneira muito inteligente de tornar um espaço descaraterizado num espaço com caráter, juntando o antigo e o novo. A comida é boa, mas (aqui há um mas) para a quantidade pareceu-me caro demais, especialmente comparando com os outros locais. Tem uma loja ao fundo e algumas mensagens (pouco púdicas) nas paredes.
duas dentadas de bolo não é...
Quem é que ainda não foi ao Porto nos últimos tempos?? Acho que está na altura...
(foi preciso um serão sozinha em casa para acabar este post... shame on me)
Ultimamente tenho tentado diminuir o glúten que ingiro. Uma espécie de experiência só para ver o que acontece. Houve uma semana em que não ingeri totalmente e a verdade é que a barriga desinchou, e passei a sentir-me mais leve.
Sempre que conto isto a alguém a pergunta é sempre a mesma "e o que comes ao pequeno almoço?"
É verdade que o pão é o pão, não dá trabalho comê-lo nem abrir e meter alguma coisa no meio... Mas vá, tenho feito coisas diferentes que tenho gostado.
Além da tapioca, que já gosto muito, experimentei fazer crepioca (tapioca+ovo) e adorei. Faz-me em menos de 5 min., tal como a tapioca, mas sabe a uma coisa entre omelete e pão de queijo, o que é só fantástico.
Além disso, ainda tenho feito panquecas com farinha de arroz, anulando também o glúten. Ou seja, com um bocadinho de ginástica mental tudo se consegue.
Uma publicação partilhada por Lu (@lu.fit.world) a
Para a crepioca basta bater um ovo, juntar-lhe duas colheres de sopa de tapioca granulada (da terrinha) e bater até ficar homogéneo. A seguir deita-se na frigideira anti-aderente, recheia-se metade com o que se quiser (eu pus presunto e queijo) e fecha-se dobrando a outra metade. Fica assim crocante e fofinho por dentro.
E porque há muito tempo que não partilho um restaurante aqui vai mais um onde fui ultimamente e que sem saber ao que ia me surpreendeu pela positiva.
Foi num dia de semana, tínhamos um amigo que está em Moçambique cá, trouxe-nos a namorada (e noiva, soubemos depois) para conhecermos e queríamos algo simples e não muito caro.
Alguém encontrou o "A Maria não deixa" pelo Zomato e decidimos experimentar. Tem uma pontuação de 4.0 (com 173 votos).
Fica na zona do Cais do Sodré o que dá um jeito enorme para depois se ir beber um copo (o que não foi exatamente o caso, porque estamos a ficar velhos e à semana toda a gente quer ir descansar).
É um restaurante simpático com uma decoração simples, fruto de uma remodelação que não quis ser muito evasiva. As vigas, tubagens e cabos elétricos estão à vista, o chão é nú e nas paredes há pinturas sobre Lisboa.
É um restaurante de petiscos (como muitos em Lisboa) mas que me satisfez muito pela qualidade da comida, pelo atendimento e pelo preço. Não é fácil encontrar sítios baratos, com boa comida e atendimento atencioso.
Comemos um pouco de tudo, desde croquetes de atum, alheira e bacalhau, ovos rotos (que eram diferentes do comum), fritos de Setúbal (que para quem gosta dos de Setúbal estes não são tão bons), bochecha estufada, pimentos padrón, tábua de queijos, salada de polvo... estava tudo bom. Adorei os croquetes e a bochecha, logo eu que não sou muito de carne.
Fotografias não tirei que o espaço está à média luz e o meu telemóvel pra isso não serve.
Fui buscar umas ao facebook deles que acho que ilustram bem.
Depois de um São João como deve ser, com sardinhas e amigos, sem grandes excessos nem balões de ar quente, regressei ao modo fit, que ainda ando a correr atrás do prejuízo das férias em Amesterdão e Bruxelas (sim, foi há dois meses...).
Dei um corridinha aqui por Belém e custou-me horrores. Parei 2 vezes pelo meio.
Ontem fiz avaliação no ginásio e eis que tenho mais 1kg na balança, que eu já tinha dado conta dele... Achei que seria massa magra, #sqn 😂 e é apenas um kg de gordura que ganhei, sem perder o músculo que já tinha (menos mal).
Tenho que regressar às malditas corridas que na verdade ajudam muito a manter a boa forma.
Hoje acordei sem saber o que fazer para pequeno almoço.
Abri o frigorífico e resolvi dar mais uma chance à tapioca. Segui a sugestão da Vera e juntei queijo e banana da Madeira madura. O resultado foi o melhor de todos!
Qual presunto ou abacate... banana com queijo é que é!
Se ainda tem a tapioca no frigorífico, uma banana e duas fatias de queijo siga experimentar, que não se vão arrepender.
Temos avaliação física e novo treino logo à tarde, estou ansiosa e receosa.
Vai doer, mas fui eu que pedi.
Disse ao mestre "Sinto-me bem e gosto do que vejo ao espelho, mas não tenho força! Quero ser mais forte. Quero pernas mais musculadas. Quero fazer peso morto. Quero..."
Quando a Annabelle me disse que agora que eu estou a trabalhar em casa esperava ver mais pratos e receitas diferentes, achei que era ela a colocar muita fé em mim.
Mas, na verdade isso aconteceu mesmo. O tempo que não perco em transportes perco a fazer pequenos almoços (e a dormir mais).
Deixo-vos os meus pequenos almoços mais pomposos, que ainda assim não demoram mais de 10/15min. a ser preparados.
grânola caseira (feita no fim de semana) iogurte grego e uvas
Papa de aveia com morangos e kiwi
pão de centeio, "leite" de arroz, babybel light, abacate, uvas mamão e morangos
pão de centeio, ovo estrelado em óleo de côco, kiwi e tangerina
Papa de aveia e maçã, com maçã e kiwi
Panquecas de aveia e doce sem açúcar, kiwi e morangos
Disto tudo só tenho a retirar que tenho urgentemente de mandar arranjar o meu iPhone avariado há 3 meses, porque a camera deste android velho está uma desgraça...
Quando me inscrevi na São Silvestre sabia que iria correr sozinha e provavelmente sem ninguém a ver para me incentivar.
Ainda assim fui à luta e treinei o suficiente para conseguir acabar a corrida sem ter que parar para descansar. Houve um amigo que se disponibilizou para ir comigo à corrida e mesmo com a inscrição feita tive um pressentimento de que iria correr sozinha.
Sexta feira rumei a norte. Fui à minha osteopata / fisioterapeuta do coração fazer mais uma drenagem nas minhas pernas, para não ter dificuldades no domingo. Mais uma vez ela aconselhou-me as meias de compressão. Eu já tinha pensado imensas vezes em comprar, mas são tão caras que fui adiando... No sábado fui comprar as meias. Meu Deus são mesmo caras, mas valem a pena. Mandei mensagem ao meu treinador a pedir dicas para me preparar para a corrida convenientemente. Estava um pouco reticente pois desde o Grande Prémio do Natal não tinha voltado a treinar. Mandou-me comer massa e proteína, beber muita água nesse dia, não beber álcool (e eu que tinha um jantar de Natal com o pessoal da terra...) e disse-me para ir correr 20min. só para relaxar o corpo. Assim foi.
Test drive feito às meias e às pernas, lá fui eu ao jantar de Natal. Não comi massa, mas também não bebi vinho, missão cumprida.
Domingo de manhã rumei ao Porto. Mrs. Inspired foi buscar-me à estação e fomos a casa deixar as minha tralhas. A corrida era às 20h, logo, não voltaria no mesmo dia para Lisboa, e que bom que é ter amigas onde ficar a dormir.
Tal como da última vez, tinha intenções de dormir no sofá, que é grande e confortável, mas Mr. e Mrs. Inspired meteram na cabeça que haviam de encher um colchão de ar para eu dormir no escritório...
De seguida fui almoçar a casa de outra amiga para conhecer o bebé II, coisa mais linda da tia postiça. Estava na sala, à conversa com a irmã da minha amiga e tocam à campainha "devem ser os teus pais" disse eu, muito convicta.
Ela abre a porta e eu olho para os cumprimentar...
Tcharammmm! Mr. Panna ataca e aparece de surpresa no Porto para me apoiar na corrida!
Abri e fechei a boca com um abraço.
Foi aí que percebi o colchão de encher no escritório da Inspired...
A meio da tarde já eu estava bem nervosa.
Não sei porquê, é inexplicável.
Às 17h liga-me o meu amigo, o que ia correr comigo.
"Estou parado na berma da autoestrada em Esposende, o carro avariou e estou à espera de reboque. Se conseguir boleia ainda vou à corrida."
O meu pressentimento estava certo.
Ia correr sozinha.
Tudo a postos, meias, casaco, relógio, ipod, gorro e vamos lá.
Não tinha frio, não sei se dos nervos, mas achei a noite bastante agradável.
Dá-se a partida, siga que já começou. Combinei com o Mr. alguns pontos estratégicos para me dar ânimo. Sabia de antemão que os primeiros 3.5km eram em subida... Segui, a um ritmo que achei que podia aguentar, sem ter que andar a passo. É incrível a quantidade de gente na rua para aplaudir quem corria e dar incentivo aos mais cansados. As janelas das casas estavam abertas, as pessoas estavam nas varandas, havia fotografias e palmas por todo o lado, mesmo com o frio que se fazia sentir para quem não ia a correr. Impossível não fazer a comparação às corridas de Lisboa...
Acabada a subida, na praça do Marquês, procuro o Mr. mas não o vi.
Continuei tranquila, a ouvir as piadas dos outros, a identificar pessoas com o meu ritmo para acompanhar, a ver as vistas da minha cidade do Porto. Depois, passei na Praça da República e lá estava o Mr. a filmar, todo orgulhoso. Disse-lhe que tinha falhado o ponto anterior e ele respondeu que não teria chegado a tempo.
Perdi a conta aos Kms. Estava a descer a Lapa quando perguntei a uma rapariga que ia ao meu lado em que km íamos. Respondeu-me que estávamos a chegar ao sexto. Sabia que seria difícil igualar o tempo do GP do Natal, portanto nem me preocupei em olhar para o tempo no relógio.
O km 7 veio logo depois da rotunda da Boavista, numa estrada empedrada e a descer. Ups, que me doeu um joelho, abrandei na descida. mas continuei sempre. Sentia-me bem, não me doíam as pernas nem estava ofegante.
Dos 7km para a frente as coisas são sempre mais fáceis. Chamo-lhe piloto automático.
Sabia que no último km ia fazer o túnel de Ceuta e depois dos túneis da corrida de Lisboa, fiquei com medo. Levei um gel bombástico para comer (aquilo come-se ou bebe-se?) antes de lá chegar e assim foi. Aproveitei a descida do túnel para acelerar e soltar mais as pernas e ainda aproveitei para dançar os ritmos latinos que tocavam na discoteca improvisada dentro do túnel.
A subida custou, mas "meta à vista" dizia lá e não perdi as forças, sabia que logo a seguir voltava a descer.
Chego de novo aos Aliados, vejo o Mr. outra vez. Sorrio porque está mesmo a acabar e eu sinto-me tão bem! Dou a volta e começo a subir. O terrível final da subida dos Aliados.
Coincidência ou não começa a dar uma das minhas músicas mais potentes. Saco do
2º phone e meto-o no ouvido.
Último esforço.
E já está.
Que felicidade!
Recebo a medalha, a água... e ainda procurei alguma coisa para comer, mas nada, querem o pessoal magrinho...
Terminei a prova muito acima do meu outro tempo: 1:11:32 (N. corrige-me se estiver errada :P), mas não interessa pois ficou cumprido o último objetivo do meu ano de 2016.
Video oficial onde eu apareço. Ninguém deve encontrar, mas eu sei que sou eu 😂