sexta-feira, 27 de abril de 2012

Amor

Ainda no seguimento do tema do post anterior, vou citar a Teclas, que me escreveu umas palavras de apoio e ainda escreveu sobre o tema no seu Teclas cor de Menta.


Daqui




Amor é sentir borboletas na barriga mas ter o coração tranquilo todos os dias. É gostarmos de nos arranjar para o outro mas não nos importarmos se acordarmos desarranjadas. Amor é poder amuar e sentir amuanços e saber que no final vamos dormir juntos, sem ressentimentos. É orgulho, é entrega, é dedicação, é esforço. É descanso, é paz, é certeza mesmo na turbulência. É respeito, acima de tudo. Por nós, pelo outro. Um respeito que precisa de terreno maduro para florescer. Para se firmar. Que tem que ter raízes de ferro que nada consiga abalar.

Quando se chega a isso, chega-se ao amor não egoísta. Aquele que prefere a verdade, que dói, à mentira, que esconde. Aquele que tudo espera, tudo suporta, e tudo compreende. Aquele que não guarda mágoas nem se irrita. E esse é um amor que precisa de trabalho. E de amadurecimento. De idade. De calma. De amor-próprio.

E é tantas vezes o amor que vem depois dos lutos. Porque é o amor aprendido. Desejado. Construído. Verdadeiro.

3 comentários:

anf disse...

E tu mereces,
gosto muito da Teclas e dos seus textos,
bjo

Sofia disse...

Bonitas palavras, adorei. :)
Bom fim-de-semana.

Beijinho*

Andreia C disse...

É isso mesmo amiga do "curaçom"!
Alcança a paz interior que o resto vem por acréscimo :)
E tu mereces ser muito muito feliiiiiiz!
**beijoo