Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Os seres superiores deste mundo.

Há pouco fui à CMLisboa entregar uns desenhos em falta num processo.
Tinha falado com o arquiteto da câmara já duas vezes e achei-o super simpático, super atencioso.
Tal como ele me havia dito, cheguei à receção e disse que vinha falar com ele.
Perguntaram-me o nome e eu respondi.
A rececionista liga para ele e diz que "está aqui a menina L das horas para falar consigo".
Percebo que a senhora (já com mais de 50 anos) está a levar uma descasca por me ter chamado menina em vez de arquiteta.
Ela desliga o telefone e eu apresso-me a dizer-lhe que não tem mal, que não me importo.

Subo, pergunto onde posso encontrar o arquiteto e lá vou.
Mal chego à beira dele a primeira coisa que me diz é:

"Peço imensa desculpa pela maneira como a trataram. As pessoas realmente não se enxergam" - disse com um ar de ofendido.

Respondi que não tinha mal, pois eu é que não tinha dito que era arquiteta.
Fiquei-me verdadeiramente a sentir mal pela outra senhora. Há realmente pessoas que não se enxergam e se acham superiores. 
Se calhar até tenho que dar um ar mais profissional e começar a dar o meu nome com o título antes, mas nem acho que seja uma coisa assim tão importante.

sábado, 26 de novembro de 2016

YukiJung


Esta semana conheci a Yuki.
Alemã, casada com um português, a viver em Lisboa há 1 ano.
Falamos uma mistura de inglês, francês e português.
Quer abrir um espaço físico em Lisboa, onde dará asas à sua criatividade, juntando comida vegetariana, arte, fotografia, and so on. Uma espécie de associação criativa.

Gostei imenso da vibração dela.
No final do nosso encontro deixou-me o seu blog e site de architectural scenographics.
Já andei a vasculhar as receitas vegetarianas dela e adorei.
Foi tão simpática que ficou com os meus contactos para me convidar para a abertura do novo espaço.


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Sexta feira à noite

Era sexta feira (passada) e estava eu a fazer tempo na h&m do Chiado (aquele vestido era de lá), para ir jantar ao mercado da ribeira, pela milionésima vez, isto porque a minha forevermate me ofereceu esta coisa e portanto este ano não temos feito outra coisa senão jantar no mercado da ribeira.
Já experimentamos quase tudo. Uma vez por semana lá estamos nós para mais uma experiência.

Quando o Mr. me avisou que estava a chegar ainda eu estava na caixa a pagar os presentes que comprei, linda menina eu, que não comprei absolutamente nada para mim. Cheguei atrasada que é para não ser sempre eu a esperar. Esta malta do sul anda sempre atrasada.


Jantamos, desta vez, no Sea Me, um prego de atum em bolo do caco de alfarroba que estava delicioso. Aquele atum meio cru... já comia outra vez.

Acabados de jantar ficamos a fazer tempo porque o meu cunhado ia dormir lá a casa e tinhamos de lhe dar a chave, que era sexta e ainda íamos beber um copo à rua cor de rosa.
Liga-me o cunhado.
"Onde estão, bla, bla, bla, estou a chegar bla, bla, bla, o meu irmão disse que iam dormir por aí..."


"Dormir por aqui? Estás maluco, deves ter entendido mal. Vamos é beber um copo." - respondi eu a pensar que a escrita inteligente tinha antraiçoado o Mr.Panna. Eu moro a 10min. do mercado da ribeira. A malta mete-se nos copos e depois dá nisto.


Chave entregue, compras no carro para irem para casa e siga beber um vinho do Porto.
Gosto porque sim do Sol e Pesca, acho-lhe piada e lá fomos. 
Pelo caminho sinto o Mr. a ficar para trás.
Deito um olhinho por cima do ombro e lá está ele, com aquele sorriso triunfante a meter a chave numa porta. 
Está tudo bêbedo hoje, pensei eu.

Mas não.
O homem não estava bêbedo.


Ficamos aqui a dormir.
Com direito à minha escova de dentes, pills e roupa interior lavada.

Calhou-me um principezinho e nem mereço.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

1 ano e o Rabo d'Pêxe

E após um apelo aos poderes divinos (e às minhas miúdas que me ajudaram com dicas de restaurantes) a noite acabou por correr lindamente.

Saí a correr do trabalho para chegar primeiro que o Mr. a casa.
Já tinha dito que este mês está a viver comigo? Temporáriamente, apenas, mas isso são outras histórias.
Apercebi-me no caminho de casa que tinha deixado o tlm no trabalho... Mal cheguei fui vestir um vestido, maquilhei-me e quando o Mr. tocou à porta (porque lhe deixei a chave por dentro propositaamente) calcei os tacões e fui abrir a porta.
Do lado de fora ouvi "estás a calçar tacões para me abrires a porta?"

Abri.

"Não me digas que hoje temos festa!"

"Temos pois. Tens 20 min. para te vestires e chamares um táxi." - disse eu.


Saimos, apanhamos trânsito mas chegamos ao Rabo d'Pexe, no Saldanha, apenas com 5 minutos de atraso. Atendimento excelente, muito simpático e prestável. 
Restaurante maioritariamente de peixe dos açores, com alguma carne também portuguesa. Peixes cozinhados, ou sushi e sashimi, escolhidos na hora na mini lota deles. 
O ambiente minimalista, com betão à vista, numa tenda envidraçada envolvida por um jardim.
O zomato diz que o preço médio é de 60€ por casal, mas nós extravasamos um pouco... O Mr. adora experimentar coisas novas, como quem diz adora comer e não se priva. Comemos os dois menús de degustação, com sushi e sashimi, ceviche, tempura, salada de polvo, espetadas de frango e posta de novilho com lingueirão.
 O mix sobremesas é absolutamente fantástico, com uma pavlova desconstruída maravilhosa, um bolo espuma, uma cheesecake de abobora, um profiterole de abóbora e mais umas coisinhas.
Saí de lá praticamente a rebolar.







Vejam mais imagens aqui, vale a pena.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Aquelas alturas em que a idade pesa

Há duas semanas, fui pedir a baixa ao centro de saúde.
Como sempre liguei às 8h da manhã, para pedir uma consulta de recurso (isto porque desde que mudei a minha residência para Lisboa que deixei de ter médico de família no centro de saúde - problema das cidades grandes...)

"Informamos que foram atribuídos médicos a de família a toda a gente, logo, deve dirigir-se ao outro centro de saúde e pedir a consulta."

Dei pulinhos de alegria!
Ter médico de família é bom. Não ter é uma grande porcaria. 
Lá fui eu, toda lampeira ao centro, confirmei já ter médico e como ele estava de serviço ia atender-me na hora. Subi à sala de espera e 10 minutos depois o médico chamava o meu nome.

Entrei.
Deixei-lhe um aperto de mão.
Sentei-me e disse:

"Doutor, é nestas altura que me sinto velha. Nestas alturas em que o médico de família é mais ou menos da minha idade..."

"Deixe estar que eu sinto o mesmo quando o paciente é exatamente do mesmo ano que eu."



Daí pra frente a conversa foi muito informal e divertida.
É estranho o meu médico de familia ser um puto da minha idade, com aparelho nos dentes, mas foi ao mesmo tempo muito cool e à vontade.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Drones eletrizam Lisboa (Muse)

Como foi o concerto dos Muse?
Simplesmente brutal.

O facto de conhecer as músicas todas, saber as letras e ter dançado e saltado até me doerem os pés, ajudou, mas foi, sem dúvida, o melhor concerto que vi até hoje, no que diz respeito ao espetáculo.
Efeitos especiais, luzes, drones no ar, palco 360º, explosões... Foi pra lá de espetacular.
Não tive muito tempo de telemóvel na mão, mas ainda registei algumas das músicas.
Vejam lá a diversidade.

mãos em 3D e eles eram marionetas (e mexiam de um lado para o outro!)
painéis com projeçoes
os drones em ação
painéis + drones
explosões
e mais ainda



as explosões eram de "homenzinhos"


Estes videos ilustram bem o que foi o concerto.
Percam 5 minutos a vê-los.






A entrada com a Psyco foi brutalíssima.
Queria ir ver outra vez.
Mr. Pannacotta quase arranjou bilhetes para irmos ver outra vez no dia seguinte...

Andei a ver e vão a Oslo e Estocolomo no fim de semana prolongado do 10 de junho/ Santo António... mas as viagens são tão caras...!

terça-feira, 22 de março de 2016

E a mini maratona?

Eram 8.00h da manhã de domingo e o meu despertador estava a tocar.
Confesso que, normalmente, me é extremamente doloroso sair da cama quando tenho companhia cheirosa e quentinha.
Mas, no domingo, a vontade de cumprir o meu objetivo era gigante.
Deixei o homem e voei para a cozinha para preparar panquecas de frutos vermelhos.
Quam faz para um faz para dois e assim foi. 
Chamei táxi (via mytaxi óbvio) e voei para a estação para apanhar o comboio da ponte.
Esperei uns 5 min. pelas minhas amigas e lá fomos.


É importante salientar que esta foi a minha primeira prova de corrida da vida, isso se não contarmos com os corta-mato que fui obrigada a fazer na preparatória...
Tinha a expetativa bem alta, passar a ponte a correr, com vista linda e tal...


Só que não!!
A 5min. da prova começar tive vontade de fazer xixi.
Fui para a fila de um dos toitoi mesmo no início da ponte... Quando deram a partida ainda eu tinha umas 6 pessoas à frente. E as pessoas demoram tanto tempo a fazer o seu xixi! É desesperante...
Quando finalmente consegui  fomos para a partida.
Aquele imagem idílica de que seria lindo correr na ponte não corresponde à verdade.
A prova é mais uma prova de obstáculos do que outra coisa qualquer. 
Queria correr e não conseguia.
As pessoas vão a passear e não querem saber se há gente que quer correr.
As duas faixas exteriores são corredores de selfies.
Corri a ponte toda em cima do tabuleiro de metal.
É mau para correr, mas é melhor que tropeçar nas pessoas, nas crianças, nos carrinhos de bebé, nos cordões humanos a todo o comprimentos, nos pic-nics...

É a corrida mais parola que já vi.
Não percebo como é que ao fim de tantos anos a organização não divide a ponte entre: pessoas que querem correr e pessoas que querem passear.
Fui literalmente atropelada por um senhor que decidiu ir correr com o carrinho de bebé. Passou-me por cima dos pés. 

Conclusão: se algum dia voltar a ir, tenho de ir com mais antecedência, para poder estar na fila da casa de banho e ainda assim conseguir chegar à partida antes da corrida começar.


Tirando isto tudo, a prova correu bem. Corremos as 4 juntas até ao km4 e depois ficamos só duas até ao fim. Conseguimos fazer os 7km sem parar. 
A t-shirt da corrida era muito gira, ofereceram gelados no fim (não sei se feliz ou infelizmente calhou-me um calipo), bananas da madeira (verdes, mas ok...) e mais umas cositas.

De momento, já estamos focadas em continuar os treinos e inscrevermo-nos na corrida de S. Silvestre, que é no final do ano.
Gostava de fazer a do Porto.
Vamos ver.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Uma descoberta que só eu não tinha descoberto ainda


Eu trago marmita todos os dias para o trabalho. Trago para não gastar dinheiro, trago porque é mais saudável. De vez em quando não tenho tempo para preparar, ou porque cheguei tarde, ou porque jantei fora ou porque não tenho nada de jeito para fazer.
Costumava remediar a situação com uma sopa, uma sandes ou qualquer coisa do género.

Na semana passada falaram-me d'A marmita e a minha vida ficou mais rica.
Dois dias depois de me terem falado não tinha almoço e recorri ao serviço.
Resumidamente:

Prato do dia a 3,99;
Por mais 1€ pode-se encomendar bebida, sobremesa, sopa ou  salada;
Modo de pagamento: MB (há outros);
Encomendas até às 23h do dia anterior;
Entrega grátis;
Comida boa;
Vários pratos à escolha.




Para mim foi aposta ganha e nem vou hesitar quando souber que não consigo ter almoço.
O bacalhau à Gomes de Sá é bom, o resto ainda não sei.
As fotos estão todas de pernas para o ar, eu sei, mas agora ficam assim.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

E o concerto? - perguntaram vocês... (post longo)

Tinhamos que estar no Coliseu dos Recreios às 21h. 
Rhodes abriria o concerto e logo a seguir viria o Hozier.
Mr. Pannacotta já tinha avisado que só conseguia aparecer às 20h pra jantar, logo, à partida sabíamos que ia ser uma corrida contra o tempo.
(Ele, por norma, é pontual. Por norma...)

Marquei mesa no Rubro, há-de ser sempre a minha arma, só porque gosto mesmo muito de lá ir. Gosto da comida, gosto do atendimento, gosto do espaço. O preço é discutível, mas arma que é arma é apontada à outra pessoa e por isso não costumo pagar... (devo-vos sinceridade acima de tudo).
Tinha marcado o ponto de encontro na esquina da Av. da Liberdade, às 20h. Acordei com o empregado do restaurante que entrávamos às 20h e saíamos antes das 21h, logo o serviço teria de ser rápido. Juro que nem me reconheço, ainda há pouco tempo tinha vergonha de falar ao telefone...

Meia hora antes do combinado, o homem, já me estava a avisar que estava atrasado.
Eu sou a maior stressada das horas à face da terra, que o confirme quem me conhece pessoalmente.
Achei que o homem ainda estava pelos confins da margem sul, algures na ponte 25 de abril, preso no trânsito, ou em Setúbal, como é costume...
Pensei em desmarcar o restaurante, enquanto fazia tempo na baixa-chiado. 
"Calma, estou na Almirante Reis."  - disse-me isto às 19.45h.

Eram 20h e eu estava no sítio combinado.
Mensagem do homem a pedir o nome da rua e número do restaurante, pois estava no táxi e era mais fácil ir direto.
Chego à porta do restaurante, nova mensagem, eram 20.10h.
" Entra e vai pedido. É melhor..."

Mais uma vez não me reconheço.
Sou uma mulher nova.
Sou desenvencilhada.
Entrei.
Pedi.
E sorri.

20.15h chega o senhor.
Só assim para começar levou um beijo de rajada.


A comida, como sempre, estava muito boa. 
Bebemos um rosé fresquinho para apagar o fogo.
Saímos quase Às 21h e voamos pela Rua das Portas de Santo Antão.
Rhodes já estava a tocar, logo, e para responder ao Anfitrião de Lisboa, não havia fila de catraias à porta. Depois de uma ginginha, uma cerveja e um martini entrou o Hozier.
Ahhhhh! Eu gostei tanto do concerto! Não sei se da música se da companhia.
Dancei tanto, ri tanto, cantei tanto! E mais não digo... imaginem. Coisas boas.

mr. Hozier

:D

Depois do concerto fomos ao Primeiro Andar. Já tinha ouvido falar dele.
Dentro de uma antiga associação, no meio de grafitis, com uma decoração retro hipster, bom ambiente, um antónio variações na parede... não se descreve. Vai-se lá e pronto, é o melhor. Ainda dá acesso a um terraço, com outro bar e a uma sala enorme onde estavam a dançar forró, se não me engano, mas pagava-se para entrar.

Entrada para o Primeiro Andar

Porque não?

Gimno do Primeiro Andar

Gimno do Primeiro Andar

Vista para o Politeama

Não fui à casa de banho mas diz que é artística...

Do Primeiro Andar fomos ao Red Frog, um bar de cocktails, na Av. da Liberdade, muito ao estilo dos bares americanos, escondido numa cave, com campainha para entrar e uma sala secreta. Bom ambiente outra vez. Gostei muito do meu cocktail, do dele, nem por isso. Mais uma vez, não há nada como experimentar.






Depois só fomos mais ao Cais do Sodré ter com amigos.
E o senhor levou-me ao táxi depois.
Muito cavalheiro.

sábado, 16 de janeiro de 2016

saturday night

Nunca gostei de homens de cabelo comprido.
Acho que nunca vou gostar.
Mas, este, tem uma voz especial.








Vou levar mr.Pannacotta a jantar e depois vamos ao Coliseu ver mr.Hozier.
Vou mandar beijinhos da plateia. 
Ou então dou-os para o lado.
Logo vejo o que dá mais jeito...


ssshhhhh!! É surpresa!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

E morreram felizes para sempre

"A data do meu inter­na­mento no Hos­pi­tal Psi­quiá­trico Júlio de Matos estava já mar­cada há quinze dias. Quando ontem che­gou o dia, não pude escon­der o ner­vo­sismo. À hora com­bi­nada, 19 horas, lá estava eu à porta do Pavi­lhão 30, com mais umas deze­nas de paci­en­tes a quem, pro­va­vel­mente, teria sido diag­nos­ti­cado o mesmo mal incu­rá­vel, segundo dizem os espe­ci­a­lis­tas qual­quer coisa que a ciên­cia médica ainda não explica bem mas que anda nas fron­tei­ras da curi­o­si­dade mór­bida e do sín­drome de Stendhal. Pavi­lhão 30, logo aí onde, como reza a his­tó­ria, eram tra­ta­dos os casos mais gra­ves de dis­túr­bios psi­quiá­tri­cos. Logo à entrada, fiquei com uma ideia daquilo que me espe­ra­ria nas pró­xi­mas horas: deve­ria mover-me pelos dois anda­res do edi­fí­cio e do seu labi­rín­tico cir­cuito com uma más­cara bem colada à boca, sem poder sole­trar uma pala­vra, no meio de uma cor­tina de fumo, e com um som per­ma­nente de pista de aero­porto a ribom­bar nos ouvi­dos. Nada tran­qui­li­za­dor, por­tanto."



Foi assim, ontem, o meu serão.
Eu e mais 3, depois de comermos um hamburguer no prato, mesmo bom, na Hamburgueria Barrosã, em Alvalade (podem ir que é boa, as sobremesas foram uma agradável surpesa!) rumamos ao Hospital Júlio de Matos, que para quem não sabe é um hospital psiquiátrico. 
Tinhamos entradas vips, o que nos deu acesso a uma espécie de laboratório, com bebidas em tubos de ensaio, as plantas do edifício para que as pudessemos estudar e as fotografias de todas as personagens, com o respetivo nome.
Teatro Imersivo é o que lhe chamam.
Para mim foi uma experiência surreal, num hospital psiquiátrico,  à noite, com fumo, máscaras de hospital, sem telemóvel, sem poder falar, sem poder dar a mão (mas eu fui rebelde e dei umas quantas vezes), com um monte de gente desconhecida, a percorrer salas de tratamento, corredores e escadas, seguindo as loucas personagens, com corridas, tentando não intreferir nos seu percursos e tentando perceber como se desenvolvia a trama.

Gostei mesmo muito e aconselho.


Fica o trailer.
(é imaginar isto, com 50 pessoas por todo o lado, atrás dos atores)


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Duplamente Wine

Depois de ter tido exame no sábado e ter passado o domingo a fazer o trabalho do curso, achei que merecia um jantar no domingo.
Eram umas 17h, larguei o trabalho, fiz a depilação, tomei banho, vesti um vestido, calcei uns tacões, um bocadinho de make up e lá fui eu para o jantar.
Escolhi o By the Wine, por indicação de uma amiga e lá fui ter, à rua das Flores, com uma companhia excelente.
Fiquei encantada com o espaço, que embora seja bastante grande não é impessoal, mas sim muito intimista. Deixei-o escolher o vinho e a comida. Infelizmente não havia a nossa 1ª escolha, mas voltaremos numa próxima vez para experimentar.

As entradas estavam ótimas, a luz muito sedutora, conversamos muito nuns sofazinhos que escolhemos. Mandamos vir uma tábua de queijos, presunto, o pão estava morno e a carne muito boa.

Tínhamos pressa, mas eu não sabia porquê.
Às 21h tínhamos que estar na Av. da Liberdade, sem atraso.
Lá estávamos às 21:05, frente ao Tivoli.







Nunca tinha ido ao Tivoli.
Sentei-me sem saber o que ia ver.
Surpresa mais agradável não podia ser.
Iron & Wine 
Lindo e maravilhoso.



Para ouvir.

Hoje entrei de férias.
Amanhã: NYC baby!

Boa noite.