domingo, 31 de dezembro de 2017

#bestnine2017

Cliché mais cliché do instagram é fazer um #bestnine2017.
No ano passado resisti, mas este ano deixei-me levar na onda.
As 9 fotos de 2017 com mais likes foram estas:


Ou seja, a não esquecer:
- o meu pequeno verme, presente em todos os dias do ano quando meto aquele comprimido rosa na boca;
- o esforço enorme que faço sempre que me decido a ir correr seja em treino ou prova, é sem dúvida o ultrapassar de barreiras físicas e [essencialmente] psicológicas;
- a alimentação que quer manter saudável, pela saúde e pela imagem que me dá (óbvio).

Bom ano novo para todos!

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

2017

Acabei de ver um anúncio da Super Bock que questiona "qual o melhor dia do teu ano?"

Este meu ano foi especialmente difícil para mim. Psicologicamente desgastante e duvidoso. Sempre que caio no erro de dizer isto a alguém toda a gente me lembra o quão difícil foi o meu ano de 2014, na corrida contra o cancro e logo de seguida eu penso no 2015 em que atirei o Peter Pan às urtigas. Não há dúvida nenhuma que 2016 foi um ano muito bom, mas este 2017 não me convenceu.
Foi um ano de dúvidas existenciais, de vontade de isolamento, de preguiça, de "depressão" (e vem entra aspas pois não o digo de forma clínica e forte, mas sim ligeira e de estado de espírito).
Acabo este ano exilada na casa dos meus pais, a ver a minha irmã e o meu sobrinho partirem hoje para Oslo. Não os quis levar ao aeroporto, despedi-me deles em casa e passei o dia sem sair, com o robe cor de rosa da minha irmã vestido. Mas não me vou alongar muito mais sobre o meu estado depressivo.


Voltando ao início do post, acho que o melhor dia do meu ano foi há 4 dias atrás, em que inspirei os ares do Minho e corri a São Silvestre de Viana do Castelo, a achar que não ia correr bem, pois não treinei devidamente, mas a correr lindamente e a melhorar o meu tempo record em mais de 3 minutos; a passar a meta com as minhas primas (as que me desafiaram para a corrida) e que nunca tinham corrido 10km. Foi a nossa vitória. E depois ter um jantar com o meus amigos daqui, aqueles que vejo um vez ao ano porque estão fora, sair para dançar (sim, dancei horas depois de 10km) e chegar a casa as 7.15h da manhã, sabendo que a minha mãe já teria ido espreitar ao meu quarto de hora em hora. E sim, já tenho 32 anos.

Vivi essas 24h intensamente. 24h acordada e foi o melhor dia do meu ano.
Pelo menos o dia em que me senti eu, feliz e concretizada.



Este ano a reflexão anual veio mais cedo, culpa da Super Bock. 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Pedido de ajuda aos bloggers (solved)

Malta do blogger, como é que eu comento os blogs sem ser com o perfil do google+?
É que esta bosta agora não me comenta com o perfil do blogger...


p.s. problem solved!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

A contar kms por aí

Só para avisar que há uma nova página ali em cima, que não é mais do que um registo dos sítios por onde vou passando a correr. 

Sabendo que comecei a correr mais a sério em 2015 não está nada mal. 
Para onde vou levo sempre os ténis e umas calças/calções, consoante a estação. Posso não correr muito, mas há quase sempre uma voltinha. 
Na maior parte das vezes faço-o sozinha, não porque gosto mas porque não tenho outra opção.

Ficou a falta-me a corrida no Central Park em NYC, os ténis até foram, mas foi mais compras... A partir de agora comprometo-me a fazer crescer a lista de sítios.
Há mais alguém com esta "pancada"?



terça-feira, 5 de dezembro de 2017

LUXembourg

Há muito que tinha comprado uma viagem para Madrid para acompanhar a minha amiga que faz pole dance a uma competição: o PoleArtSpain. Estava marcado para o 2º fim de semana de novembro. Mas isso fica para outro post.

No fim de semana anterior a minha irmã ia ao Luxemburgo com o marido e o meu afilhado bebé de 8 meses, para visitarem uma amiga que já não viam há 14 anos.
Quase de um dia para o outro o meu cunhado mudou-se para Oslo (sim, vou ficar sem o babyV já este mês snif snif) e a minha irmã ficou sem companhia para viajar... na verdade não foi preciso insistir muito para que trocássemos o nome dele pelo meu.
Ou seja, dois fins de semana seguidos de viagem.
Para o trabalho é péssimo, para o corpo também, mas viajar é quase a coisa que me dá mais prazer de momento (isso e treinar).

O Luxemburgo é realmente um país muito pequenino. Faz-se, de carro, de uma ponta à outra, em, sensivelmente, duas horas e meia. Fiquei alojada a sul mas também passeei pela capital. A ideia com que fiquei é que é uma espécie de Bélgica misturada com Suiça, ou seja, muita natureza, frio, vales, modernidade misturada com antiguidade. Ouve-se tanto falar português que até faz impressão. É nos cafés, nas obras, nas ruas... Há sempre algum português.



A cidade onde fiquei Esch-sur-Alzette vai ser capital europeia da cultura em 2022 e já é notória a sua transformação/modernização. Era uma cidade siderúrgica mas em que a maior parte dos edifícios da siderurgia já estavam desativados mas que agora estão a ser revitalizados com novas funções. A universidade, que era na cidade do Luxemburgo, foi também realojada nesta nova ala da cidade de Esch-sur-Alzette, num edifício imponente que desafia as leis da gravidade. 



Dica: na capital há uma casa de chocolates muito típica que é obrigatório visitar. Tem uma decoração muito particular e uma maneira muito engraçada de beber chocolate quente. Escolhe-se o tipo de leite, o sabor do chocolate e é-nos servido (por umas portuguesas muito simpáticas) uma caneca de leite quente e uma colher de madeira "dentro" de um cubo de chocolate com o sabor que escolhemos. Depois é só ir mexendo a colher no leite até derreter por completo. 

 
 Claro que há uns bolos maravilhosos a acompanhar..........

Foi um fim de semana de passeio mas também de muitas fraldas mudadas, muitos beijinhos, noites a acordar sempre que o babyV suspirava, muita papa e tempo passado com a minha irmã, que há muito que não viajávamos juntas. Ainda fiz panquecas para nós e tivemos direito a um almoço de domingo numa típica família portuguesa. Há coisas que nos correm no sangue e a nossa cultura e gastronomia são duas delas.



Para não variar, fui dar a minha corridinha numa manhã bem fria. Eram para ser 5km, mas quanto já não tinha ideia de onde estava, olhei para o google maps e percebi que estava a 3km de casa... Não me restou outra alternativa senão continuar a correr...
Mais uma para juntar à minha lista de corridas "lá fora".

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Black




E no meio dos twisted thoughts vem a notícia dos happy thoughts.
Vou realizar um sonho que achei que já não ia ser possível.