segunda-feira, 10 de abril de 2017

E Dublin? (grande post...)

Dublin foi bom, mas curto.
Fui um pouco na expectativa, pois sendo a 2ª vez que lá ia não sabia bem como ia ser.
Apercebi-me poucos dias antes de embarcar que tinha sido a 1ª viagem que fiz com o Peter Pan e era também a 1ª que ia fazer com o Mr.Panna e isso provocou-me uma tensãozinha.
Aquela máxima do "nunca voltes aos lugares onde já foste feliz", um pouco por aí...

Felizmente a viagem foi muito fixe e basicamente só a cidade é que foi a mesma, porque nada do que fiz teve a ver com a primeira vez lá.


Os agrobetos
Para começar chegamos no St. Patrick's Day. Para quem não sabe é o feriado mais importante da Irlanda e sem dúvida que é o dia mais verde do ano, um autentico carnaval verde.
Ainda no aeroporto de Lisboa apanhamos uns agrobetos que também para lá iam. Aí uns 30 gajos vestidos à tirolês, às 8h da manhã a emborcar cervejas. Chegaram atrasados ao voo, fizeram barulho até aterrar e esgotaram o stock de cerveja do avião. Um bocadinho irritantes e com idade para não o serem, mas ok., parece que vale tudo neste dia.
Depois de chegarmos a a Dublin foi tempo de pousar as malas em casa, almoçar rápido, colocar as nossas boinas verdes de xadrez e fomos prá festa.
Não chegamos a tempo da parada, que tinha sido de manhã e constatamos que às 15h já a festa tinha terminado e já só havia homens do lixo nas ruas, crianças a beber por todo o lado e pubs com música brasileira com filas de 100m (sim às 16h).
A Irlanda tem um grave problema de alcoolismo. Para perceberem, nos dias feriado, só se pode comprar álcool a partir das 12.30, isto para que as pessoas não comecem a beber logo de manhã... se resulta ou não, não sei. A verdade é que os nossos amigos queriam ter comprado vinho para o almoço e não conseguiram.

Não só as pessoas, mas também a cidade veste-se de verde (e laranja).



Apanhamos este tempo nhónhó, sempre com aquela chuvinha que não atrapalha mas chateia.


Demos uma voltinha a ver o ambiente, comemos uns muffins ótimos e fomos diretos à zona de Temple Bar, que é onde ficam os pubs, porta sim, porta sim. Estava tudo a abarrotar de gente, mas ainda assim decidimos tentar a sorte num dos pubs mais conhecidos o The Porterhouse para bebermos umas cervejas locais, sempre com a boina na cabeça. A parte mais fixe dos pubs (além das cervejas) é que normalmente tem música irlandesa ao vivo. Foi o caso e foi mesmo giro, com a malta toda a dançar como se não houvesse amanhã.


Depois do pub continuamos a pé e passamos o rio Liffey pela O'Connell Bridge (este rio tem inúmeras pontes, eu no mapa contei 19...) e subimos a O'Connell Street, uma das avenidas principais até chegarmos ao The Spire.





Não tardava rumávamos a casa, com umas garrafas de vinho e cerveja para o jantar.

Se há coisa que eu não esqueço quando vou viajar é dos meus ténis e equipamento para ir dar uma corridinha. Não pela corrida em si, mas porque gosto de colecionar países onde já corri. É maluquice, eu sei. Ainda tentei convencer algum deles a vir comigo, mas foi em vão. Enquanto os rapazes foram buscar o carro que tínhamos alugado on-line eu fiz-me ao caminho e fui correr num jardim perto de casa. Se há coisa que os irlandeses têm de bom é a sua simpatia. Já tinha constatado da outra vez e voltei a aperceber-me. Toda a gente que se cruzou comigo no parque me deu um "good morning", desde o velhote a passear os cães, à outra rapariga que também estava a correr. Vá-se lá saber porquê, andei sempre em sentido contrário às outras pessoas...






 Corri com chuvinha, mas fiz ponto para os desafios fit e cheguei a casa e tinha estes fofos à minha espera. Enquanto tomei banho os outros 3 (o Mr. e os nossos tugas irlandeses) prepararam sandes para o almoço. Saudável e barato. Metemo-nos no carro e rumamos a Wicklow, o jardim da Irlanda, um paraíso natural. Estava um vento absolutamente brutal quando chegamos ao ponto mais alto da montanha, tão forte que tive medo de voar penhasco abaixo.











O momento em que fiz muita força na pernas para não voar.

Voltamos a jantar em casa e reservamos o dia seguinte (domingo) para ver os museus. Compramos as entradas on-line para termos algum desconto e lá fomos todos contentes. Aconselharam-nos o The Little Museum of Dublin, que como o nome indica é mesmo um mini museu, onde há visitas guiadas e nos é contada a história da Irlanda, por décadas, apenas pelas coisas expostas em duas salas. A guia era muito divertida, mas aquela pronúncia irlandesa dificultou um pouco a vida. Está incluída no bilhete a visita guiada ao St. Stephen's Green, mesmo em frente ao museu, onde continua a ser contada a história do país. Eu que não sabia nada da Irlanda fiquei a saber.
O 2º piso do museu é inteiramente dedicado aos U2, que são irlandeses.



Tínhamos que almoçar rápido para seguirmos para o museu da Guiness e queríamos algo tradicional. Não há assim tanta comida tradicional, tirando o fish&chips (que íamos jantar em casa), então fomos almoçar num pub, a ver futebol e a beber cerveja irlandesa.


Seguimos para o museu da Guiness. Na verdade achávamos que víamos aquilo em 2 horitas... Só que não! Foram mais de 3 horas e vale bem o dinheiro do bilhete. São 7 andares de museu, começa com a produção da cerveja, conta a história desde o início da produção, o seu crescimento e desenvolvimento; depois tem um piso mais sensorial, com cheiros e sabores (onde se aprende fazer uma degustação), há uma zona de bar com música ao vivo; há um piso só com as publicidades mais icónicas da marca e ainda se aprende a tirar uma Guiness perfeita, com direito a diploma. No último piso a vista sobre a cidade é de 360º e pode beber-se uma Guiness de oferta.






Voltamos para casa ao anoitecer, depois de algum tempo a deambular, perdidos, na margem errada do rio. Finalmente encontramos a paragem do autocarro e voltamos a passar o Liffey.
Despedimo-nos de Dublin com esta vista.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Quem semeia ventos...


Bom dia, hoje com pequeno almoço florido.
Temos avaliação física e novo treino logo à tarde, estou ansiosa e receosa.
Vai doer, mas fui eu que pedi.
Disse ao mestre "Sinto-me bem e gosto do que vejo ao espelho, mas não tenho força! Quero ser mais forte. Quero pernas mais musculadas. Quero fazer peso morto. Quero..."

E ontem já levei o lembrete:
"O treino é quase só pernas..."


Medo. Muito medo.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Só mais uma coisa

Só para ficar registado, aceitei o desafio e inscrevi-me na corrida de Alverca.
Só de pensar já me sinto cansada e com dor de pernas... mas agora não há nada a fazer a não ser treinar!



Ontem mandei gargalhadas com um comentário ao post que fiz...

"Força para esta recta final nessa batalha épica contra o extra-terrestre Simão!"


                                                        Vou tentar, mas não prometo...

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Desafio fit II - wish me luck

Estamos a precisamente uma semana de finalizar a 2ª edição do desafio fit, que criei com as minhas prima(o)s e amigas. 
3 meses prestes a chegar ao fim.
Infelizmente houve lesões pelo meio, o que levou mais que uma pessoa a abrandar o ritmo.
E embora os lugares do meio estejam decididos, os últimos e vá, o primeiro, continuam a dar luta.
Na última semana estive em 1º pela primeira vez no desafio. 
Na verdade, ganhei esperanças. Falsas esperanças porque não consigo bater 3 treinos por dia...



Como? 
Como é que se luta contra um ser humano que faz 3 pontos por dia?